Esta semana fiz parte de alguns debates. Quarta-feira houve um debate sobre a crise econômica e depois no mesmo dia houve o orçamento do ministério da agricultura, natureza e qualidade alimentar (LNV). Junto a minha colega de trabalho Esther Ouwehand tivemos quase uma hora de conversa no debate da agricultura. Frações maiores tiveram menos da metade do nosso tempo para “grandes reclamações” contra a insustentável política da ministra Verburg da LNV.
O mundo acordou devido a crise alimentar mundial, crise climática, crise da biodiversidade, crise da água e crise do crédito. Isto quer dizer, o mundo tinha que ser acordado. Sabemos que não é difícil acordar quem finge estar dormindo. O Gabinete demonstra claramente através do dossiê do LNV não ter vontade de acordar. A ministra ainda está na fase de desaceitação no que se refere ao impacto negativo da criação de gado que está tocando o mundo todo.
Todas estas crises são causadas pela ganância das pessoas do leste. Na vontade de mais, renunciamos ao cuidado pelo ambiente natural, as pessoas e animais. As pessoas são o único tipo que destroi seu próprio meio ambiente. Nós preferimos acabar com a riqueza natural que economizar capital insubstitutível para outros e para a geração futura. Valorizamos pouco o que temos de mais valioso.
A ministra nega cada vez o desejo da Câmara em sustentabilidade e bem estar animal e em dar um lugar promeniente na política. Ela geralmente deixa isso de lado. Quando por exemplo a Câmara se colocou contra a pressão da caça, a ministra deu permissão para atirar em aproximadamente 5.000 javalís. Enquanto pesquisas científicas comprovam que atirar só aumenta a quantidade de javalis e faz uma população não natural e dinâmica.
Quando a Câmara solicitou um fim a habitação em gaiola para galinhas, a ministra veio com uma gaiola com papel de parede. Ela chamou de habitação em colônia, mas a ministra quiz dizer na verdade que ela sentenciou as galinhas por anos numa pena em colônia. Esta é uma pequena parte de exemplo da política não a favor dos animais e insustentável da ministra.
Também perguntei à ministra da LNV sobre o fato do orçamento de habitação, espaço e meio ambiente (VROM) para 2009 sabendo que o consumo de menos proteína animal contribui para a diminuição da emissão de gases. A ministra Verburg continua negando e retorcendo os fatos e ela continua sendo uma grande quebra no jogo do consumo e produção de proteína. Estou curiosa para saber a reação da ministra em minha contribuição. O debate será continuado dentro de pouco tempo.
Karen Soeters, diretora da NGPF - repartição científica do Partido para os Animais, entregou a Pamela Anderson 5ª. Feira o DVD do filme Meat the truth. Pamela Anderson trabalhou no filme da NGPF sobre as consequências do clima relacionado a criação de gado. Também o empresário verde Henk Keilman, patrocinador da versão internacional de Meat the Truth estava presente na entrega.
Anderson é vegetariana assumida e luta já ha anos para a diminuição do consumo de carne. Ao lado do trabalho no filme Meat the truth ela também faz campanhas contra Kentucky Fried Chicken e contra a propaganda de carne feita por Jessica Simpson. Pamela Anderson também é ativa em campanhas para o Peta.

Até a próxima semana!












