Estamos muito ocupados com as preparações da campanha para as eleições autárquicas. Nas sondagens nacionais crescemos 50% e a possibilidade existe de em Amsterdão podermos vir a ter ainda mais votos que o CDA, o maior dos partidos do governo.
A febre Q continua a alastrar e foi entretanto também detectada em animais que vivem à solta na natureza, o que faz com que caçadores corram riscos extra de contaminação. O melhor é ficarem longe dos animais!
Na semana passada participámos no debate sobre o aumento das penas para mautratos animais. Eu propus juntar então a isso uma proibição a ter animais para o resto da vida no caso de recidivistas, e parece haver uma maioria a favor.
A semana passada foi aprovada no senado a lei que proíbe sexo com animais. Pena que não seja verdadeiramente uma lei de protecção animal, mas sobretudo uma lei moral. A pornografia com animais será agora proibida, mas prácticas profissionais do mesmo tipo na indústria de gado intensiva (masturbação de cavalos, touros e porcos, lavagens de embriões, inseminação artificial, castração sem anestesia de porcos) continuam a ser possíveis, e pior ainda, quem faz isso durante 25 anos pode vir até a receber uma distinção real.
Apesar de tudo votámos a favor da lei, que depois de um lobby intensivo pelo nosso senador Niko Koffeman, foi aprovada com uma pequena maioria. Por ser um pequeno passo em frente, e para incentivar a discussão.
E mais duas sugestões: o colunista do New York Times, Mark Bittman, promove um plano de refeições de sete dias em que podem perder peso e poupar o clima.

Há todas as razões para isso. A indústria de lacticínios prepara uma grande ofensiva para nos impingir que as gorduras do leite são muito saudáveis.
Uma campanha que se vai servir de todos os truques de marketing imagináveis. Será por acaso que recebi logo esta semana um hoax e-mail que avisa contra a margarina e promove a manteiga? Podem lê-lo aqui (em Inglês).

Podem estar atentos a publicações na vossa língua sobre asserções de como a gordura do leite seria saudável? Agradecemos imenso!
Até prá semana, Marianne.












